sábado, 6 de agosto de 2011

Geopolítica do clima








                                             Resenha: Geopolítica do Clima







                                                         
                                                                  


ENI BORGES MARQUES




                  




         A presente resenha tem por finalidade fazer uma analogia entre geopolítica e clima, sendo assim, nesses dias obtive conhecimentos mais sistematizados com (a disciplina Geoclima da 2 licenciatura em geografia parfor) a professora Cleusa Aparecida Gonçalves Pereira Zamparoni a respeito do tema clima e, como já tinha também conceito sobre geopolítica com a (a disciplina Geopolítica da 2 licenciatura em geografia parfor)  o Msr Neurozito Figueiredo Barbosa fazer essa referencia fica menos complicado, tendo em vista os principais temas estudados pela Geopolítica na atualidade são: Globalização, Conflito árabe-israelense, influência dos Estados Unidos no mundo atual, Nova Ordem Mundial e o uso dos recursos energéticos no mundo. Neste sentido a autora BERTHA K. BECKER profere:





A geopolítica sempre se caracterizou pela presença de pressões de todo tipo, intervenções no cenário internacional desde as mais brandas da 2 licenciatura em geografia parfor) até guerras e conquistas de territórios. Inicialmente, essas ações tinham como sujeito fundamental o Estado, pois ele era entendido como a única fonte de poder, a única representação da política, e as disputas eram analisadas apenas entre os Estados. Hoje, esta geopolítica atua, sobretudo, por meio do poder de influir na tomada de decisão dos Estados sobre o uso do território, uma vez que a conquista de territórios e as colônias tornaram-se muito caras.  Bertha k. Becker 2005 (p71).






Sendo assim, segundo a professora Cleusa Aparecida Gonçalves Pereira Zamparoni transmite o conceito de clima é a síntese do tempo, num dado lugar, durante um período entre 30-35 anos.
Diante de tais definições, podemos compreender que não se pode tratar de clima dissociado da geopolítica atual digo isto, pelo fato do que vem ocorrendo no nosso planeta, seja pelos fenômenos naturais ou pelos provocados pelo homem em funções de mais conquistas sendo estas, por território ou por questões financeiras.
Percebem-se cada vez mais pessoas que sofrem com essas buscas intermináveis e conflituosas que vem acontecendo, e tudo que ocorre seja o mais distante que for de um lugar do outro dependendo do que for usado em alguns conflitos pode ser sentindo a grandes distâncias, temos hoje o conflito mais atual é o que vem acontecendo na Líbia, digo isso pelo fato de esta sendo usado nas bombas o DU (urânio depletado), que tem conseqüências gigantescas e de grande influência no clima, tendo em vista, que esse permanece no meio ambiente por cerca de 3 bilhões de anos, onde essa permanência causa câncer e deformidades genéticas. È sem dúvida uma parte muito triste na história da humanidade.
Diante do fato mencionado, temos uma que pode sem duvida fazer com pessoas de outros lugares do planeta sofra com esses conflitos ocorridos mesmo que muito longe do nosso território a isso, refiro-me a corrente marítima pelo fato de que segundo Faria Caroline no site da infoescola relata que:

                                           As correntes marítimas  são movimentos de grandes massas de água dentro de um oceano ou mar. Tal qual a circulação dos ventos, as correntes marítimas têm a característica de influenciar o clima das regiões em que atuam, possuem direções e constâncias bem definidas. As correntes marítimas têm sua origem na circulação dos ventos na superfície e pelo movimento de rotação da Terra. Elas transportam consigo umidade e calor interferindo também na vida marinha e, conseqüentemente, tendo influência direta no equilíbrio dos oceanos e mares.   Faria Caroline (20011).             



                                         Percebe-se que de forma que o nosso clima no planeta sofre e muito em função desses conflitos e cada vez mais tem causado mudanças que são irreversíveis para nossa geração e muito mais as futuras gerações.
Embora, sejam ataques distantes tenho o entendimento que pelo tempo de permanência no solo, ar, água pode sim afetar o planisfério, e isso faz com que enquanto geógrafa acadêmica perceba essa relação dos fatos existentes entre geopolítica do clima que nos envolve.
E não podendo de deixar de citar aqui em nosso próprio país uma agressão grande que, vem sendo feita em função da grande devastação da nossa savana, sendo que esse bioma é de fundamental importância com relação as nossas nascentes, temos que ter um olhar diferenciado em função dessa crueldade quem vem sendo cometida e que de fato acaba afetando o nosso clima.
Dada a importância, que a geopolítica tem na área da geografia ela sem dúvida não pode dissociar da climatologia, sendo assim, os fatos que estão acontecendo no mundo atual acredito o quanto um está cada vez mais atrelado ao outro.
Essas reflexões têm em vista, o fato da população não relacionarem as suas atitudes com o nosso clima com certeza ficara cada vez mais complicado a permanência do homem nesse planeta.






















REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS



Geopolítica da Amazônia Bertha K. Becker coordena o Laboratório de Gestão do Território e é professora do Departamento de Geografia da UFRJ. http://www.scielo.br/pdf/ea/v19n53/24081.pdf  acesso em 27/07/2011.










                                                                                         


Redivisão de Mato Grosso o que esta por trás disso?







Texto: Redivisão de Mato Grossso







                                                         
    
ENI BORGES MARQUES


                                
Texto: Redivisão de Mato Grosso contra ou á favor dessa proposta?



1- INTRODUÇÃO


Vinte e sete anos se passaram desde a primeira divisão do Estado de Mato Grosso. No 11 de outubro de 1977. Desde aquela época até hoje ainda tramitam pelo menos outros 16 projetos de lei para criação de novos Estados e territórios no país. Muitos deles são para redividir Mato Grosso e criar Estados menores. Dentre as justificativas para que sejam criados novos Estados estão a racionalidade administrativa, oferta de oportunidades iguais para todos, governabilidade, segurança nacional, justiça fiscal e tributária, além da distribuição de renda e riquezas.
Embora, seja visível que o nosso Estado de Mato Grosso é gradioso desde sua área, não poderia de deixar de dar enfase as demais grandicidades do nosso maravilhoso estado, segundo os dados da infoescola.
          O Mato Grosso é um estado da região centro – oeste do Brasil, sendo o terceiro maior estado do país em área, com 906.806 Km², da qual a maior parte é ocupada pela Amazônia Legal. A capital do Estado é Cuiabá. Os limites territoriais do estado são os seguintes:
  • Norte – Pará e Amazonas
  • Sul – Mato Grosso do Sul
  • Leste – Goias e Tocantins
  • Oeste – Rondonia e Bolivia.
A maior parte do territorio mato-grossense é plano, caracterizando um relevo de baixas altitudes, que tem em sua composição, três tipos de unidades distintas: Planalto mato-grossense, Planalto – basaltico, Pantanal Mato-grossense.
No território do Mato Grosso são três os tipos de vegetação predominante. Ao norte, o estado é coberto pela floresta equatorial, a Floresta Amazõnica, com árvores de grande porte como a andiroba e a seringueira, entre outras. É a chamada Amazonia Legal.
Ao sul da capital, Cuiabá, a vegetação encontrada originalmente era o cerrado, com suas caracteristicas e biodiversidade únicas. Porém, com o avanço da agricultura, grande parte da área antes coberta pelo cerrado transformou-se em imensos campos de soja ou algodão, principalmente.
Ao sul do estado, encontra-se parte da maior área alagada do mundo, o Pantanal, que desde 2001 é considerado Patrimonio Natural da Humanidade. Embora seja grande a diversidade vegetal e animal nessa área, que é chamada de área de transição (entre os tipos de vegetação) a cobertura de graminea predomina.
O clima no estado varia de acordo a posição geografica, mas o clima predominante é o tropical super úmido. Esse clima tipicamente amazônico, ou seja, de calor (26° C em média) e umidade em abundância. Em algumas regiões do estado, as estações (seca e chuvosa) são bem definidas, o que caracteriza um clima tropical.
No Mato Grosso existem dois sistemas hidrograficos importantes, ou seja, duas bacias, a do Rio Amazonas e a do Rio Paraguai.
         














          
            É por ser uma matogrossense apaixonada pelo meu Estado, que jamais serei a favor da redivisão alguma, tendo em vista, que quando foi realizada a primeira divisão do nosso maravilhoso Estado só ficamos sabendo, depois do fato consumado entre os políticos vingentes da época, para nossa infeliz sorte e parece que sera assim novamente, quando realmente temos parte nas decisões quando através do nosso voto nas urnas serve para serem  colocados e suas devidas cadeiras e, quando  se percebem em seus devidos cargos, começam a tomar  decições que ao meu ver  é de interesse particular, como  eles se vêem “donos das decisões”, sendo assim sou totalmente contra a redivisão mais uma vez com o nosso lindo Estado. Ainda mais, da forma como esta sendo apresentada, tendo em vista, que agora como uma acadêmica de geografia não poderia de deixar de mancionar  Elisée Reclus (1830-1905), para o grande pensador anarquista, a geografia não somente não pode ignorar os problemas políticos, mas ela permite colocá-los melhor, ou revelar a importância dos mesmos. (apud, LACOSTE, p.50). E cabe a nos estudantes de geografia revelar essa política que ainda não são entendidas aos interessados, ou seja, os mato-grossenses a importância dessa redivisão,e essa apresentação por enquanto se percebe que esta sendo do conhecimento de alguns, pelo fato que nos povo mato-grossense não devemos aceitar pessoas que nem do nosso estado é tomar uma decisão tão agressiva como essa de redivisão.
Não devemos aceitar que “diminurgos”¹, façam e desfaça o nosso estado como se realmente fossem os verdadeiros sabedores do que é bom ou não para  nos, e acredito que é  mesmo muita ingenuidade achar que eles tem essa preocupação, visto que quanto mais espaço um Estado possuir, mais rico ele será, em função de dispor de maior quantidade de recursos (BARBOSA, 2010), sendo assim, o  fato de que se eles realmente não se preocupam com o povo desse Estado que realmente tem demonstrado ser uma força maior em qualquer área que desejar,a isso, também devemos destacar  sua posição”Área Continental de Soldadura, o planalto soldador, ponto nevrálgic e estratégico por ser o divisor de águas de duas grandes bacias hidrográficas sul-americanas, a Amazônica e a do Prata”. (BARBOSA, 1995). Esse pode ser um fato das preocupações dos interressados nessa redivisão. E espero que todos os municípios estejam sim envolvidos e ligados com as reais intenções dessa nova redivisão do nosso estado. Sendo assim, tenho uma preocupação com que de fato esta por trás desse “Alhures”, visto que quem de fato realiza esse objeto de estudo para essa nova redivisão não esta de fato nem ai para nos mato-grossense de qualquer um desses municípios envolvidos. Embora, leigos em relação a determinados levantamentos é como Yves Lacoste profere:

É preciso que as pessoas estejam melhor armadas, tanto para organizar seu deslocamento, como para expressar sua opinião em matéria de organização espacial.É preciso que elas sejam capazes de perceber e de analisar suficientemente rápido as estratégias daqueles que estão no poder, tanto no plano nacional, como no internacional.É preciso, enfim, que elas estejam em condições de compreender as formas tão diferentes segundo os lugares que apresenta a crise dialética global, no seu desenvolvimento histórico e sua diferenciação espacial, em nível planetário, nacional ou regional.(Yves Lacoste,1989).

         Sendo assim,  pode ser também pelo fato que saibam com certeza que nos temos e sim uma grande Estado que apresenta um grande potencial para aproveitamento hidrelétrico. Quando foi realizado um levantamento pela então CEMAT em 1991, monstrando dezenas de pontos com capacidade para usinas hidrelétricas em nosso Estado, sendo que temos grande capacidade de escoamento de produtos fazendo uso dessas vias fluviais, fator esse impotante, visto que já é destaque na produção agropecuária (BARBOSA, 2001).

         Além disso, acredito que o meu Estado do Mato Grosso tem demonstrado aos outros Estados do nosso Brasil uma fortaleza em vários setores da economia, acredito que pode sim ser esse um dos fatos que faça com que haja o interesse sobre essa redivisão, vale lembrar também o fato de que temos  em nosso Estado um destaque na nossa piscosidade, sendo que temos aqui algumas espécies de grande valor expressivo no cardápio regional e até nacional, sendo essa uma das mais procuradas pelo turismo nacional e até internacional em nosso Estado maravilhoso.


______________
¹- Yves Lacoste. A geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. 2. ed. Campinas: Papirus, 1989.
O meu  município, por exemplo esta sendo pesquisado não sei exatamente  por quem, se aqui tem o rico e precioso petróleo, e isso pode ser que seja pelo fato dessa nova redivisão, talvez  só nos é que de fato não sabemos.
No meu município se de fato acontecer essa redivisão e, com certeza estaria alavancando para meu município uma economia fortalecida ao comércio local, também investimento em turismo com relação às belezas existentes nele, na agropecuária e também buscando recursos ainda maiores e, com mais empenho junto ao governo federal para uma melhoria ainda melhor com relação a nossa educação municipal e a saúde, tendo em vista um ponto principal ao piso salarial do professor.
Embora, o nosso Estado tenha muitos  municípios estruturados, não vejo nenhuma necessidade de ser criado mais municípios, vejo sim a necessidade de melhoras nos que já existem e que se encontram em dificuldades de se manterem e, que essas melhoras venham de encontro as necessidades de cada localização ouvida nas suas particularidades.
Sendo, o meu município uma das minhas grandes paixões, se realmente  fosse eleita para prefeita, estaria com certeza fazendo a opisão por ICMS Ecológico, tendo em vista, que o nosso planeta tem demonstrado uma grande excasses de alguns recursos que antes eram encontrados em abundancia e hoje não mais, o meu município por exemplo é um que devo como uma boa prefeita ter um olhar voltado para o bem estar dos municipes e os recursos que ele tem e, que devo por obrigação fazer com que não se esgote, visto que futuras gerações tenha também a chance de tê-los a seu dispor.
Percebe-se que houve por parte dos goverantes algumas emancipações no nosso Estado realizadas de formas muito peculiares em função da política “de interresses vizinhos”, visto que temos divisões onde percebemos que jamais deveriam ter sido feitas, mas como havia por parte de alguns políticos interesses sobre a efetivação de algumas emancipações, hoje temos em nosso estado alguns deles sendo de novo revistos em função de não mais serem considerados municípios devido sua falta de estrutura local para suas devidas necessidades de se manter. Devido a esses municípios terem sido mal divididos, acredito que os municípios já existentes e, de certa forma se encontra de bom damanho não havendo necessidade de que sejam realizadas mais emancipações, sendo assim, foi decidida na Constituição Federal de 1988, a competência de fixar os parâmetros para a criação de novos municípios retornou às assembléias estaduais. Após a promulgação dessa nova norma aumentou consideravelmente a criação de novos municípios no país. Para conter a onda de emancipação de distritos, o Congresso Nacional promulgou em 1996 a Emenda Constitucional nº 15, que paralisou o processo de criação de novos municípios. Essa emenda prevê a aprovação de uma lei complementar que irá regulamentar os requisitos para a efetivação das emancipações e instalação de novos municípios, sendo assim, cabendo a nos cidadãos cobrar dos políticos uma melhor distribuição de recursos para que possamos ter codições de vida cada vez mais dignas como seres humanos.
Sendo, o nosso estado um estado grande na sua história ele teve perdas territoriais significativas, sendo que acredito que essas perdas fizeram com que o mato-grossense se fortalecesse e jamais desanimasse com relação as decissões de alguns políticos, ele é e sempre será o Estado que se destaca cada vez mais nosso Brasil.







Conclusão
Por todas essas ideias apresentadas, no texto acima é que venho a acreditar que se realmente for concretizada essa redivisão do Estado de Mato Grosso, perderemos uma grande parte em extensão territorial, como ocorreu durante a história do nosso Estado e essa não seria diferente.
Embora, é de fundamental importância lembramos que nem tudo será de perdas, visto que em alguns setores teremos um avanço consideravel como, na saúde, educação e segurança pública, estariamos dando um salto, visto que os demais fariam um desafogamento em relação a procura nesses setores, sendo assim, não estaríamos só com percas, e assim, estariamos atendendo as necessidades locais com uma menor quantidade e melhor qualidade.
Sendo assim, o que o povo mato-grossense não deve aceitar de forma alguma que é essa redivisão seja efetivada sem que uma grande maioria dos mato-grossenses sabia do que esta sendo cogitado no senado por um número muito pequeno de interessados, se isso realmete for efetivado de fato estaram ferido um direto nosso que é de saber como cidadãos sobre o nosso “lugar”o que de fato esta se passando em relação a decisões tão sérias com é a redivisão de um Estado com ma área grandiosa como é.
Espero que as pessoas que estão por trás desse projeto estejam também se lembrando que, nesse estado tem pessoas que amam esse Estado maravilhoso, que jamais se sentiriam felizes por saber que estão sendo enganadas de forma tão cheia de segundas intensões, visto que por enquanto não passa de mera cogitação, mas isso não nos dá garantias de que sera realizado de forma para que o nosso Estado não seja fraguimentado para enfraquecimento e empobrecimento do seu povo, visto que, o tempo de partilhas sem a participação do povo eu quero acreditar, que realmente tenha ficado para trás.
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, Neurozito Figueiredo. Mato Grosso no contexto geopolítico brasileiro. Artigo utilizado como referencial teórico na disciplina de Geografia Política, oferecida ao alunos do 7º semestre da Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá [ca.2006].
BARBOSA, N.F. Aspectos Geopolíticos do Estado de Mato Grosso. Apostila. Depto.Geografia, UFMT.2001. Cuiabá, MT.
Yves Lacoste. A geografia – isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra. 2. ed. Campinas: Papirus, 1989
BARBOSA,N.F. APOSIÇÃO GEOPOLÍTICA DO ESTADO DE MATO GROSSO. Apostila. Depto.Geografia, UFMT.2010. Cuiabá, MT.

Estudos Desenvolvimento Social Pesquisa Emancipações De distrito. Disponível em:  http://portal.cnm.org.br
Mato-Grosso Geografia do Mato-Grosso. Disponível em: http://www.infoescola.com


















segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

.... HISTÓRIA QUE REVERTE A REALIDADE ................

                                                                                                  Reverter a história para a realidade.

Lembremos que hoje estamos vivendo os primeiros anos de um novo milênio, sendo que para termos educandos envolvidos e cheios de amor, sabedoria, paciência, altidez, companheirismo, esforços, respeito, idealismo, solidariedade entre outros valores, nós educadores temos que estarmos sempre atentos as literaturas que levamos em sala, mostrando ao nosso educando que essas histórias têm em seu cerne os conceitos, que só com muita acuidade poderemos realmente transmitir e só assim fazer com que essa criança cuja energia transborde o suficiente para que possa encher os corações de festa.
Desta mesma maneira como não poderia deixar de ser podemos citar a belíssima história infantil lida e dramatizada pelo mundo que é a Cinderela, uma história que traz em si de que o bem sempre vence o mal ou ainda a humildade dessa moça que mesmo sendo humilhada diante de suas outras duas irmãs jamais mostrou-se com rancor, ódio ou inveja, mas que consegue acima de tudo ser capaz de mostrar de forma tão bela que conseguiria encontrar e dar amor a quem dela próximo estivesse; e esse tipo de exemplo que mostrado de forma acurada pelo educador a seu educando, pois esse perceberá que é muito sábio tentar seguir essa maneira ou forma de vida. Podemos citar também a história de Damon e Pitias uma amizade verdadeira que mesmo sabendo que Pitias tinha sido condenado a morte pelo rei Dionísio, o seu amigo Damon ofereceu-se para ficar em seu lugar, pois sabia que seu amigo como última vontade antes de morrer queria ir a sua casa pela última vez, para resolver assuntos que ficaram pendentes, o rei mesmo com receio concedeu, mas só quando o seu amigo Damon oferecerá ficar em seu lugar. O tempo passou e na prisão todos zombavam de Damon dizendo de Pitias não voltaria, mas a sua confiança na linda amizade que tinham era tão grande que ele esperava com muita confiança. Chega então o dia da execução e nada de Pitias chegar, então o rei decide que era chegada a hora da sentença, mas para sua surpresa chega Pitias, fisicamente debilitado, mas que jamais perdeu a esperança de chegar a tempo de ver o seu amigo vivo e explica a Damon que seu navio naufragara e que bandidos haviam atacado na estrada. Enfim o rei vendo esta prova fiel de uma verdadeira amizade decide que nenhuma execução fosse feita e deixa os dois irem embora. Desta bela história pode-se mostrar aos nossos educandos que a amizade quando é de confiança, e que nada pode desfazê-la as outras pessoas que estão próximas percebem e são tomadas pelo mesmo sentimento.
Sabiamente nós educadores temos que usar as histórias da literatura infantil como uma magia que só nós bons contadores de histórias sabem, a isso Chalita Gabriel profere:

A magia de uma boa história reside justamente em sua capacidade de arrebatar, de nos transportar para outro tempo e espaço, de nos fazer sonhar, de nos fazer crer que somos capazes de realizar a nossa lenda pessoal de forma tão competente e bem sucedida quanto suas personagens (CHALITA, 2003, p. 80).

Desta forma, percebo que ao contarmos histórias é preciso que estejamos conscientes dos benefícios ou prejuízos que esta pode causar. Passamos a partir do momento em que percebemos que uma contação de estórias não é uma atividade sem propósito, a ter um outro olhar para o livro de literatura.















..................O JEITO DE CONTAR HISTÓRIA.................

                                                         





                                                                                 Como contar história com vocabulário adequado.

Considerando que a literatura infantil é um instrumento para o desenvolvimento da criança, exponho alguns conceitos da mesma.
A literatura infantil torna-se deste modo, imprescindível. Os educadores dos primeiros anos da escola fundamental devem trabalhar diariamente com a leitura, pois esta se constitui em material indispensável que aflora a criatividade infantil e desperta as veias artísticas da criança. Nessa faixa etária, os livros de literatura devem ser oferecidos às crianças através de uma espécie de caleidoscópica de sentimentos e emoções que favoreçam a proliferação do gosto pela literatura enquanto forma de lazer e diversão.
Acredito que a literatura infantil é como uma modalidade artística que preocupa em contar histórias para as crianças utilizando um vocabulário adequado para a compreensão do educando e dessa forma alimenta-se o espírito da criança com suas imaginações ao imaginar-se na história, mas possibilitar que seja lida não somente por adultos, mas também pelas crianças. No que se referem sobre conceitos de literatura infantil são poucas as obras denominadas infantis, sua maioria é vista como literatura de massa.
Pode-se dizer que é as obras literárias ampla, que permite bem uma diversidade de leituras para as crianças, com traços importantes e comuns pelos quais são avaliadas as obras infantis, nos aspectos psicológicos, tais como: instrumento de emoção e de distração com objetivo de possibilitar o desenvolvimento intelectual e afetivo da criança.
Acredito que é um dos caminhos que possibilita a formação integral da criança, ampliando seus horizontes e enriquecendo suas experiências da vida através dos contos de fadas.
Nesta perspectiva pode ser utilizada como instrumento para a sensibilização da consciência, para a capacidade de expansão de interesses de analisar o mundo.
No seu surgimento, no século XVII, foi fruto do esforço de afirmação da sociedade burguesa como ponto importante para as escolas no aparelho multiplicador de sua idéia na época em que a valorização à fantasia ora era transmitida de geração a geração.
Sua emergência deveu-se antes de tudo, sua associação com a pedagogia que as histórias eram elaboradas para tornar instrumento dela. Onde a criança passa a ser considerada um ser diferente do adulto, com necessidade e características próprias que deveria preparar a criança para a vida adulta.
Somente no início do século XIX, a crítica erudita passou a se interessar pelas coletâneas e a partir deste momento foi divulgada em todo mundo ocidental, passando a ser divulgada como literatura infantil.
Tendo sua origem um destaque, as fábulas, que foram transmitidas às gerações, estas fábulas eram dirigidas aos adultos com fim de ensinamentos morais, políticos, religiosos, procurando fantasias à realidade que não aceitavam o aspecto infantil. Com isso passou a serem conhecidas e admiradas pelas crianças com suas variações de histórias infantis.
As fábulas são o princípio da literatura infantil para muitos autores passou a preocupar-se especialmente com o mundo histórico das crianças, como contar histórias com o vocabulário adequado. Podemos perceber também que na França houve o surgimento da literatura infantil pelos grandes literários da época.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

.............O jeito de contar história................










                                       Como contar história                                                           

O educador como integrante do grupo poderá refletir na sua prática pedagógica, a utilização da história como instrumento do seu trabalho. Acreditamos que existam pessoas com mais habilidades que outras para contar histórias, porém, todo educador mesmo sem ser artista poderá, acreditamos, criar uma maneira mais gostosa possível para que seu educando se sinta á vontade
Acreditamos que o melhor caminho a seguir para trabalhar a literatura infantil, talvez se esse:
a)     Conhecer a história;
b)    Adaptar o vocabulário  a compreensão das crianças;
c)     Apreciar e despertar o interesse das crianças para a história;
d)    Estimular previsões sobre o conteúdo da história, deixando espaço para a criança falar;
e)     Não prolongar muito a narração;
f)      Abrir espaço  para a discussões , depois da história contada;
g)     Proporcionar atividades a partir da história.    
Vale lembrar de que o educando deve ter uma leitura previa da história para que no momento em que essa for contada ele tenha segurança nas palavras. Sendo assim, quando o educador for  motivar os educandos e se sinta preparado, nesta etapa o educador deve despertar a curiosidade e a atenção dos ouvintes e estes deverão entrar na história como parte atuante. Os recursos vão desde a mais simples apresentação da capa do livro até onde ir a criatividade do educador.
Um outro momento é o da apresentação do texto, durante a elaboração do planejamento, o educador decide qual o recurso utilizado para apoiar a narração. O melhor caminho é que o educador procure alternara as formas de apresentação, não esquecendo, porém, que em qualquer circunstância da apredizagem se apresentam na mesma proporção da criatividade do educador.
Ela pode acontecer com ou sem o auxílio de livros de histórias, simplesmente narrar é uma riquíssima forma de apresentação, ela não requer acessório narrador, onde ele expressa a sua emoção. Já com a presença do livro, a ilustração completa a voz do narrador, desenvolvendo a seqüência lógica do pensamento . O narrador já conhecido , o que vai contar, deve expressar-se com suas próprias palavras cativando o educando.
Com o uso de gravuras, desenhos ou estampas impressa, favorece muito, as crianças  menores permitindo que elas observem detalhes, oportunizando situações  de análises críticas das imagens para o desenvolvimento do raciocínio lógico, nas noções de personagens,espaço e tempo da narrativa e consequentemente da expressão verbal.
Outro momento diz respeito as atividades da exploração do texto, o objetivo é verificar de maneira lúdica se a historia foi compreendida. Chama a atenção para os aspectos estruturais do texto e discutir questões levantadas a partir de sua audição, é o momento da realização de uma verdadeira analise da obra.
Recortar, dramatizar, desenha , montar painéis e quebra cabeças, modelar fazer dobraduras,, construir maquetes, criar novos textos, dançar, montar álbuns, brincar, são atividades que podem ser desenvolvidas com a finalidade de recompor as seqüências narrativas, estabelecer personagens dos espaços do tempo e do tema proposto. O autor Malamut ilustra:
                                                                       

                           [...] sem a menor duvida em nível de pré-escola, podemos dizer       
                           Que contar estórias é um riquíssimo recurso didático, oferecen_
                           do inúmeras possibilidades de aproveitamento que a professora
                           devera saber usar... diante do mundo que existe ao redor da                                                    
                                       criança, um mundo que dispõe de jogos sonoros, as 
                                          brincadeiras com as com as palavras e os esquemas ritmos
                                          que caracterizam a boa poesia infantil deve ser do interesse do
                                          professor, buscando livros que apresentam essas                               
                                          características  como parlendas,rimas, etc... Na duvida quanto
                                          à escola o melhor é utilizar obras de poetas consagrados pela
                                          literatura infantil como: Cecília Meireles, Vinício de Moraes,
                                          Moteiro Lobato, Ziraldo entre outros(1990, p. 05)